Arlindo
Bezerra
Camille
Carvalho
César
Ferrario
Dudu
Galvão
Fernando
Yamamoto
Joel
Monteiro
Marco
França
Paula
Queiroz
Rafael
Telles
Renata
Kaiser
Ronaldo
Costa
Titina
Medeiros
Ator, integrante e fundador do grupo. Além de esta em cena nos espetáculos é parte da força administrativa do coletivo. Nos serviços burocráticos dedica-se com mais afinco nas questões relativas à comunicação institucional e a elaboração de projetos. É um dos fundadores dos Clowns, graduado em Comunicação Social e gostaria muito de saber tocar sanfona.
Diretor artístico, integrante e fundador do grupo. É diretor da maioria dos espetáculos já montados pelos Clowns. Como todo bom integrante, além de suas funções artísticas, põe a mão na massa nas tarefas administrativas, onde é sempre muito requisitado para o planejamento, redação de textos e gestão dos contatos negociais. É arquiteto de formação e tem especialização em Ensino do Teatro, ambos pela UFRN.
É ator, pesquisador e bom articulador da teoria teatral. É cearense e mudou-se para o Rio Grande do Norte no intuito de fazer um mestrado, onde acabou juntando-se aos Clowns.Mantendo a tradição dos seus conterrâneos, é também um ótimo imitador, piadista e contador de causos.
Ator, diretor musical e integrante do grupo. Desde que chegou vem abrindo a picada rumo a musicalização do coletivo e dos seus integrantes. É músico de formação e assina as direções musicais de todos os espetáculos dos Clowns que constam essa função, por vezes em parceria. Hoje desenvolve uma pesquisa que coloca os conceitos musicais a serviço do ator.
Atriz, integrante e fundadora do grupo. Responsável e perfeccionista, sempre cobra de si o bom desempenho na cena, e fora dela é um alicerces burocrático, administrativo e financeiro para os Clowns. É boa entendedora de planilhas e desata todas as questões quantitativas. É responsável pela produção executiva da maioria dos projetos. É bióloga, farmacêutica e dedica-se ao estudo de clarinete, além da academia.
Atriz, hoje por conquista e merecimento, mas primordialmente por convicção desde quando se deparou com Maria do Céu Guerra atuando sobre um palco. Parceira de muito tempo chegou ao grupo para fazer uma substituição e desde então passou a caminhar na mesma estrada. É garota propaganda e seu instrumento por predileção é o trompete, o mesmo que tocava na banda em Acari, RN, cidade onde nasceu.
É secretário do grupo e foi o primeiro a desempenhar essa função nos Clowns de Shakespeare. Chegou para fazer o que ninguém mais conseguia: organizar casa. Alem das tarefas diárias de secretariado ele é responsável pela organização do Barracão e pelo arquivo de documentos do grupo. Quem precisar falar com ele é só ligar (84) 3221 1816, de segunda a sexta, entre 14 e 20 horas. Deverá ouvi-lo falar: "Barracão Clowns". E como se não bastasse ainda é, pelas manhãs, aluno regular do curso de Artes Cênicas da UFRN.
É atriz e integrante caçula do grupo. Começou a trabalhar nos Clowns ainda com 16 anos como estagiária em nossas montagens. Hoje, como integrante, além de suas obrigações em cena é responsável pela manutenção do nosso acervo de figurinos e colabora com a organização administrativa do grupo. Também é aluna do curso de Teatro na UFRN e dedica-se ao estudo da flauta transversal.
Atriz, pesquisadora e graduada em Teatro. Hoje demonstra interesse e busca capacitação nas técnicas do palhaço e da contação de histórias. Além de inquieta é bastante dedicada na resolução de suas tarefas. Nasceu na Paraíba, cresceu no Ceará e mudou-se para o Rio Grande do Norte por motivo matrimonial. Motivo esse que atesta com veemência que ela é uma assídua estudante de clarinete.
É o produtor do grupo. Começou a trabalhar com os Clowns fazendo produções esporádicas, mas devido ao aumento da demanda de trabalho acabou efetivando-se de forma continua. Foi qualificado ao cargo quando surpreendeu a todos mostrando que agilidade não é o contrário de tranqüilidade, pois sabe conciliar com destreza ambas as qualidades.
Iluminador e pesquisador. Assina a luz da maioria dos espetáculos do grupo, além de ser responsável na maioria das vezes pela montagem, operação e desmontagem do respectivo equipamento. É graduado em odontologia e mestre Artes Cênicas, ambos pela UFRN. Além de dar conta do serviço pratico com responsabilidade, é pedagogo e teórico.
Ator dotado de inúmeros talentos, é cantor, bailarino e tem uma impressionante facilidade para memorizar textos, seus e dos outros. Chegou ao grupo para fazer uma substituição em Muito Barulho por Quase Nada, e acabou ficando. É graduado em Artes Cênicas pela UFRN, perfeccionista e muito dedicado em tudo que faz.
É engenheiro de som e vídeo e responder pela edição de toda a produção videográfica do grupo. Além disso, assim como Eduardo Pinheiro, eventualmente acompanha os Clowns sempre que o espetáculo a ser apresentado requer um profissional com tais competências. Também é importunado
Engenheiro de som, dos mais requisitados em nosso estado, acompanha o grupo sempre que ha necessidades de um profissional dessa natureza. É um aficionado por tecnologia e por isso sempre se coloca também na função de consultor dos Clowns para compra de equipamentos e em outras necessidades afins.
Fotógrafo, parceiro e amigo. Acompanha os Clowns há quase dez anos e hoje mantém um acervo fotográfico sobre o tema com mais de cinquenta mil fotos. Mais que o registro fotográfico, cumpre uma função artística na elaboração do seu olhar sobre a rotina do grupo. Vem aprimorando sua técnica ao longo dos tempos e se diz invisível no meio de nós. Deixa ele acreditar.
É designer gráfico e por isso responsável por toda a elaboração do material gráfico dos Clowns de Shakespeare. É publicitário atuante no mercado e professor da Universidade Potiguar, onde leciona a disciplina de direção de arte. Fala ligeiro e responde as demandas de trabalho quase na mesma velocidade, sem abrir mão da qualidade, claro.
Jornalista que faz a regência da Verbo Comunicação e Eventos, empresa responsável pela assessoria de comunicação dos Clowns de Shakespeare. Sylvia é jornalista e publicitária de formação, empresária bem sucedida no mercado, e ainda esposa e mãe de dois filhos lindos. Não é preciso dizer mais nada, sob o risco de candidatá-la a revelia para beatificação.
Adelvane
Néia
André
Neves
Babaya
Eduardo
Moreira
Ernani
Maletta
Gabriel
Villela
João
Marcelino
Márcio
Aurélio
Marco
Aurélio
Sávio
Araújo
Atriz, figurinista, diretora e pra completar, nossa mãe-clown. Chegou até nós atraída pelo nome que nos batizava mas que, até então, não tínhamos consciência do que ele realmente significava. Com ela aprendemos a técnica de palhaço, tivemos o primeiro contato com um treinamento sistematizado e descobrimos o olhar da platéia com um novo sabor. Resignificou e transformou a nossa história.
Atriz, figurinista, diretora e pra completar, nossa mãe-clown. Chegou até nós atraída pelo nome que nos batizava mas que, até então, não tínhamos consciência do que ele realmente significava. Com ela aprendemos a técnica de palhaço, tivemos o primeiro contato com um treinamento sistematizado e descobrimos o olhar da platéia com um novo sabor. Resignificou e transformou a nossa história.
Cantora, diretora musical, preparadora vocal, professora e fundadora de uma das escolas de canto mais importantes do país. Não há como não sentir-se levado pelas mãos de Babaya quando somos conduzidos pelo seu trabalho. É uma dessas "bruxas" incrivelmente doces e queridas pra se ter do lado. Ela faz parecer possível tocar a voz com as mãos. A partir do seu trabalho, a voz do grupo ganhou um novo status de excelência.
Ator, diretor e fundador do Grupo Galpão, fonte de admiração e inspiração pra nós. Mais do que ter nos dirigido em dois espetáculos (Muito Barulho por Quase Nada e O Casamento do Pequeno Burguês), Eduardo com sua inteligência e generosidade nos deu lições de teatro e vida. É certamente o que podemos chamar de teatreiro, espécie de mentor para assuntos diversos e, sem dúvida um eterno clown honorário.
Maestro, professor, diretor musical, arranjador, encenador e nosso padrinho. Polifônico por natureza, seu encontro com os Clowns direcionou a luz sobre o olhar musical que o grupo já desenvolvia. Com seu talento e habilidade em transformar o nada em música potente, é a síntese mais justa do que podemos entender por Maestro. Um mineiro apaixonado com sangue italiano. Clown honorário, clown afetivo, amigo de verdade, sempre acompanhado com sua cara boa e brilho no olho.
Diretor, figurinista, cenógrafo e poeta de imagens. Responsável pela histórica montagem do espetáculo Romeu e Julieta com o grupo Galpão é um dos diretores mais importantes e premiados do teatro brasileiro. Criador de uma capacidade inventiva que parece inesgotável é um Midas que hoje temos o privilégio de receber em nossa casa como parceiro de trabalho e amigo querido, acompanhados de um bom café com pãezinhos-de-queijo tipicamente mineiros.
Ator, diretor, figurinista, cenógrafo e potiguar, motivo de nosso orgulho. Artista nato, no sentido mais completo da palavra, João é capaz de transformar um tapete velho e desbotado em tecido nobre e cheio de vida. Dono de um humor peculiar, sua vida e arte se misturam quando celebramos o encontro de trabalharmos juntos.
Diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador e professor. Encontrar Márcio Aurélio para dois dedos de prosa é ter, na certa, uma deliciosa aula no mais fino estilo que só ele, com sua serenidade, pode dar. Nos fez descobrir um prazer providencial ao nos reapresentar um Shakespeare que há tempos caminhava ao nosso lado. Com ele partilhamos horas incansáveis de risos, arrepios e deleite regados a um Hamlet que nos aproximou.
Professor de literatura brasileira, amigo e responsável pela brincadeira que acabou dando origem ao grupo. Surgia em 1993, no calor juvenil de alunos secundaristas estimulados pelo professor Marco Aurélio, o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare.
Diretor, pesquisador e professor do Departamento de Artes da UFRN. Uma daquelas felizes histórias de acaso proporcionou nosso encontro com Sávio. Depois do instante em que uma oficina ministrada para o grupo se transformava na importante montagem da Megera DoNada, mais que um diretor Sávio foi o responsável por plantar a semente ética, estrutural e organizacional que regem o fazer teatral em grupo.

